INFORMAÇÕES ÚTEIS

1. ENCONTREI UM ANIMAL NA RUA E AGORA?

Se tratando de animais domésticos a melhor opção é levar o animal para a sua casa. A maioria dos abrigos, ONGs e Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) enfrentam superlotação, falta de recursos e dificilmente poderão cuidar tão bem quanto você. Dê um jeitinho! Se você não puder ficar com o animal, converse com sua família e amigos. Explique que é temporário, só até encontrar um lar definitivo, e que vocês podem dividir os custos ou até mesmo revezar as casas.

Comida e cuidados simples:

Um lar provisório não tem que ser perfeito ou espaçoso. Basta ter uma área de serviço ou um cantinho no quintal, onde o animal resgatado possa se proteger do frio e do calor também. Improvise uma cama com um cobertor ou moletom velho. O ideal é sempre alimentar com ração.

Alguém perdeu um bichinho?

Nem todo animal na rua foi abandonado – desconfie principalmente de animais treinados, bem alimentados ou com coleira. Certifique-se de que ele não está só perdido! Converse com os vizinhos, avise em comércios locais e procure pelos donos colando cartazes.

Joga na timeline

Este é o melhor jeito de encontrar um dono – antigo ou novo. Use o seu perfil nas redes sociais, o importante é fazer barulho! Capriche na foto, conte como encontrou o animal e dê detalhes da sua personalidade. Ele é dócil? Brincalhão? Gosta de colo? Isso ajuda as pessoas a criar um vínculo emocional com o bichinho e a adotar. Informe também o tamanho e idade aproximados. E não se esqueça de deixar o álbum ou foto públicos para poder compartilhar, marcar amigos, divulgar em grupos, páginas etc.

Não doe sem castrar

Quer salvar um animalzinho doméstico? Castre. Tirar um animal da rua resolve um problema, mas a castração previne vários. O procedimento evita filhotes futuros, que talvez não encontrem um lar, e também diminui o risco de doenças.

Guarda responsável

Não doe para qualquer pessoa. Muita gente acha o animal fofo e adota por impulso, sem se dar conta de que esta é uma responsabilidade de 10 a 20 anos. Se o animal que você ajudou for morar em um lar onde não é alimentado ou sofre maus-tratos, de que adianta?  Procure conhecer a pessoa, pergunte se ela tem outros animais, pegue os seus dados e peça para ela assinar um termo de responsabilidade (se comprometendo a não abandonar e a cuidar daquele animal).

DESCOBRI UM CASO DE MAUS-TRATOS, O QUE FAZER?

Infelizmente casos de maus – tratos são mais comuns do que imaginamos. Abandono, manter o animal preso a correntes, não fornecer alimentação e água, deixar o animal em lugar impróprio ou anti-higiênico, envenenamento, agressão física e negligência de atendimento veterinário são exemplos.

**Maus-tratos contra animais é crime, cujo autor está sujeito às penas da lei, com detenção de 3 meses a 1 ano e multa (art. 32 da Lei 9605/98). Qualquer pessoa pode denunciar de forma anônima. 

Animais domésticos:
Faça um B.O. Ele pode ser feito pela internet no site www.seguranca.sp.gov.br, na delegacia mais próxima da sua casa e também no Grupo Especial de Investigações sobre Infrações contra o Meio Ambiente, que fica no centro de São Paulo.

Animais Silvestres:
Polícia Militar Ambiental: denuncie crimes como caça, pesca ilegal, tráfico e venda de animais silvestres: www.ambiente.sp.gov.br. Ligue para a prefeitura da cidade de São Paulo, pelo telefone: 156, ou para o IBAMA no número: 0800 61 80 80.

SABE O QUE FAZER AO ENCONTRAR UM ANIMAL SILVESTRE?

Cuidados especializados ampliam as chances de retorno à natureza de animais silvestres encontrados em áreas ocupadas pelos seres humanos. No Estado de São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente conduz a gestão da fauna e orienta quem entra em contato com os bichos, que buscam, muitas vezes, locais de reprodução e alimentação.

 

A primeira recomendação é ligar para o Corpo de Bombeiros ou acionar a Polícia Militar Ambiental, pelo 190. As duas entidades possuem agentes preparados para lidar com a situação. O Disque Ambiente, pelo telefone 0800 113560, e o e-mail ambientaldenuncias@policiamilitar.sp.gov.br também atendem demandas do tipo.

Nunca tente fazer a captura do animal, que pode reagir de forma agressiva caso se sinta ameaçado, por estar fora do habitat natural. O Corpo de Bombeiros alerta para não fornecer alimentos ou água, que podem ser prejudiciais. 

Dica importante:

Lembre-se que manter e cuidar de animais selvagens sem licença dos órgãos estaduais ou federais de meio ambiente é CRIME.

 

 

Serviços:
Departamento de Fauna da Secretaria do Meio Ambiente
Endereço: Av. Frederico Hermann Junior, 345
Prédio 12 – 2° andar – Alto de Pinheiros – São Paulo – SP
E-mail: fauna@ambiente.sp.gov.br
www.ambiente.sp.gov.br

Divisão da Fauna Silvestre - Unidade Ibirapuera
Av. IV Centenário, Portão 7A
Plantão: (11) 3885-6669 / (11) 96715-5424 (whatsapp)
faunasvma@prefeitura.sp.gov.br

A Associação ZooFoz não recomenda ou fomenta a adoção ou aquisição de animais silvestres sem as condições adequadas. Nossos animais vivem em sua maior parte soltos ou em espaços adequados e são supervisionados diariamente por equipe especializada que zelam pela saúde física e psicológica de todos nossos animais. Nossos animais são advindos de criadouros homologados pelo IBAMA ou foram doados de forma legal e não são passíveis de ressocialização na natureza.

Associação ZooFoz | Brasil | São Paulo | contato@zoofoz.com.br | Contato +55 11 96586 -5296